ASCEMA Nacional cobra reunião de mediação e conciliação para discutir imposições que afetam servidores ambientais

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Para começar 2026 da forma mais adequada possível, ou seja, com luta, a ASCEMA Nacional torna público o encaminhamento de ofício às principais instâncias do Ministério do Meio Ambiente e do IBAMA, no qual expressa preocupação com a imposição de normativos que afetam diretamente a pactuação de metas individuais dos servidores ambientais.

Como entidade representativa da Carreira de Especialista em Meio Ambiente e do PECMA, a ASCEMA Nacional já inicia o ano na defesa do diálogo institucional, da legalidade administrativa e da valorização do trabalho desempenhado pelos servidores que sustentam a política socioambiental brasileira.

No documento, a ASCEMA destaca que, apesar de haver entendimento técnico reconhecendo que as metas individuais devem ser pactuadas entre chefia imediata e servidor, persistem práticas que desconsideram esse princípio e ignoram manifestações legítimas da categoria. A publicação do Plano Nacional Anual de Proteção Ambiental para 2026, sem o devido acolhimento das ponderações técnicas e das contribuições de centenas de servidores, aprofunda esse cenário e gera impactos negativos nas condições de trabalho, sobretudo para agentes que acumulam funções e passam a sofrer cobranças desproporcionais.

Por isso, a ASCEMA solicita que seja feita uma reunião de conciliação e mediação entre os representantes da Mesa Setorial de Negociação Permanente do Meio Ambiente, incluindo presidente, diretores e superintendentes Ibama e servidores dos Estados.

Com isso, a ASCEMA Nacional ratifica seu compromisso com a construção coletiva de soluções, sua atuação histórica pela valorização da carreira, e, também, sua luta pelo fortalecimento de uma gestão socioambiental alinhada às necessidades brasileiras.

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